TSE divulga regras eleitorais para minimizar risco de contágio por coronavírus no dia do pleito

O Tribunal Superior Eleitoral já divulgou as regras de conduta para as eleições municipais que, em razão da pandemia de coronavírus, serão realizadas este ano em novembro, e não em outubro, como previsto na Constituição.

Uma das determinações mais importantes para o dia da votação é que o uso de máscaras será obrigatório e o eleitor que estiver sem o item poderá ser impedido de votar, como explicou o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso:

As regras também foram elaboradas de modo a garantir o mínimo contato do mesário com os eleitores.

Por isso, na hora da votação, não haverá a entrega de nenhum documento ao mesário. O eleitor só precisará exibi-lo para que o registro seja feito sem a necessidade de encostar no papel.

Da mesma forma, o comprovante de votação será entregue só se o eleitor pedir expressamente. Quem não precisar da via em papel poderá emitir a comprovação depois, pelo aplicativo e-Título ou pelo site do TSE.

Além disso, também será obrigatório higienizar as mãos com álcool em gel antes e depois da votação, já que a urna em si não será higienizada. E a recomendação do órgão é que cada eleitor leve a sua própria caneta para as assinaturas necessárias.

Como o Tribunal já tinha informado, a identificação por biometria, que exigiria mais um contato com equipamentos compartilhados, não será adotada nas eleições deste ano.

As regras elaboradas pelo TSE valem para todo o país, no primeiro e no segundo turno que estão marcados, respectivamente, para os das 15 e 29 de novembro.

Os locais de votação ficarão abertos das sete da manhã às cinco da tarde, sendo que as três primeiras horas serão preferenciais para pessoas com mais de 60 anos.

Segundo números da justiça eleitoral, cerca de 147 milhões e 800 mil eleitores devem ir às urnas este ano.

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